sábado, 25 de junho de 2011

Mas, se por causa da comida se contrista teu irmão, já não andas conforme o amor. Não destruas por causa da tua comida aquele por quem Cristo morreu. ( RM 14:15 )

Uma senhora solitária c/ o nome d Ruth olhou a caixa do correio e encontrou uma carta. Apanhou-a, olhou e antes d abrir percebeu q o envelope ñ tinha selo,carimbo do correio ou nome e endereço do remetente. Em todo caso, abriu e leu a carta. "Querida Ruth, estarei nas imediações sábado à tarde e gostaria d parar para uma visita, c/ o amor d sempre, Jesus". As mãos d Ruth tremiam, enquanto ela colocava a carta na mesa. "Pq quereria o Mestre me visitar? Não sou ninguém especial, ñ tenho nada para oferecer." Com esse pensamento, Ruth lembrou-se q a dispensa estava vazia. "Oh meu Deus, eu ñ tenho nada para oferecer. Tenho q sair e comprar algo para o jantar". Pegou a bolsa e contou o dinheiro q tinha, 5 dólares e 40 cents. "Bem é suficiente para comprar pão e uns frios, pelo menos". Ela colocou o casaco nas costas e correu para a porta. Um pão francês e meio quilo d peito d peru fatiado, um saquinho d leite, e Ruth ficou c/ apenas 12 centavos ate a próxima segunda feira. Mesmo assim sentiu-se bem ao voltar para casa carregando os alimentos q ofereceria. "Ei, Senhora,pode nos ajudar?" Ruth estava tão concentrada em seus planos para o jantar q nem se deu conta das 2 figuras na calcada. Um homem e uma mulher ambos vestidos c/ pouco + q trapos. "Olhe senhora eu estou desempregado, a senhora sabe e minha mulher e eu temos vivido aqui nas ruas e bem agora esta esfriando e estamos c/ fome e bem,se a senhora pudesse nos ajudar ficaríamos agradecidos". Ruth olhou para ambos. Estavam sujos, cheiravam mal e francamente ela estava certa d q poderiam conseguir trabalho se realmente o quisessem. "Senhor, eu gostaria d ajudá-los, + também sou uma mulher pobre. Tudo o q tenho são alguns frios e pão, e terei uma visita importante para o jantar hj à noite, e planejava servir essas compras para ele". "Está certo senhora, eu compreendo. Obrigado, d qualquer modo". O homem passou os braços em volta dos ombros da mulher virou-se e voltou para a calçada. A medida q os olhava partir, Ruth sentiu um enternecimento familiar no coração. "Senhor, espere!" O casal parou e voltou-se, enquanto ela corria em direção a eles. "Olhe, pq vçs ñ ficam c/ essa comida? Eu arranjarei alguma coisa diferente para servir ao meu convidado." Ela estendeu ao homem a sacola c/ as compras. "Obrigado, senhora, muito obrigado". "Sim, muito obrigada!" - era a mulher do desempregado, e Ruth pode ver q ela tremia d frio. "Sabe, eu tenho outro casaco em casa. Pq vç ñ fica c/ este aqui?" Ruth tirou a jaqueta e colocou sobre os ombros da mulher. E sorrindo voltou para a rua, a caminho d casa sem o casaco e sem a comida para servir ao convidado. "Obrigado senhora, muito obrigado"... Agradeçendo o casal. Ruth estava gelada quando chegou na porta da frente, e preocupada também. O Senhor estaria vindo para uma visita e ela ñ tinha nada para oferecer a ele. Ela enfiou a mão na bolsa para apanhar a chave da porta. Nesse momento, percebeu q havia outro envelope na caixa do correio. "Q estranho,o carteiro ñ passa normalmente 2 vezes no mesmo dia"... Ela pegou o envelope na caixa do correio e o abriu. "Querida Ruth, Foi tão bom ver vç outra vez. Obrigado pela refeição deliciosa,e obrigado também pelo bonito casaco. Com o amor d sempre, Jesus" O ar ainda estava frio, + mesmo sem o casaco, Ruth ñ percebeu mais.

Senhor...
peço-te q toque o coração d quem ouve ou lê esta mensagem concedamos q ñ só eu + q nós, ñ busquemos tanto ser consolado, + o consolar; para ser entendido, como entender; ser amado, como amar; pois é dando q se recebe, é perdoando q se é perdoado, e é morrendo q nascemos para a Vida Eterna, Amém !

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