segunda-feira, 26 de março de 2012

ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.
( MT 28:20 )

Na Romênia um homem dizia sempre a seu filho:
"Haja o q houver, eu sempre estarei a seu lado".

Houve nesta época um terremoto d intensidade muito grande q quase arrasou as construções lá existentes nesta época. Estava nesta hora este homem em uma estrada. Ao ver o ocorrido, correu para casa e verificou q sua esposa estava bem, + seu filho nesta hora estava na escola. Foi imediatamente para lá. E a encontrou totalmente destruída,ñ restou uma única parede d pé, tomado d uma enorme tristeza ficou ali ouvindo a voz feliz d seu filho e sua promessa. ( ñ cumprida )

"Haja o q houver: eu estarei sempre a seu lado".

Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição. A voz d seu filho e sua promessa ñ cumprida o dilaceravam. Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto q fazia diariamente segurando sua mãozinha. O portão ( q ñ + existia) Corredor, olhava as paredes vendo aquele rostinho confiante, passava pela sala do 3º ano, virava o corredor e o olhava ao entrar. Até q resolveu fazer em cima dos escombros o mesmo trajeto. Portão...Corredor... Virou a direita... e parou em frente ao q deveria ser a porta da sala. Nada! Apenas uma pilha d material destruído. Nem ao menos um pedaço d alguma coisa q lembrasse a classe. Olhava tudo, desolado... e continuava a ouvir sua promessa:

"Haja o q houver, eu sempre estarei c/ vç".

E ele ñ estava, começou a cavar c/ as mãos. Nisto chegaram outros pais q embora bem intencionados e também desolados, tentavam afastá-lo d lá dizendo: Vá para casa, ñ adianta, ñ sobrou ninguém, vá para casa. Ao q ele retrucava: Vç vai me ajudar?
Mas ninguém o ajudava e pouco a pouco todos se afastavam. Chegaram os policiais q também tentaram retirá-lo dali pois viam q ñ havia chance d ter sobrado ninguém c/ vida. Haviam outros locais c/ + esperança. Mas este homem ñ esquecia sua promessa ao filho, a única coisa q dizia para as pessoas q tentavam retirá-lo d lá era:
Vç vai me ajudar ? Mas eles também o abandonavam. Chegaram os bombeiros e foi a mesma coisa... Saia daí ñ está vendo q ñ pode ter sobrado ninguém vivo? Vç ainda vai por em risco a vida d pessoas q queiram te ajudar pois continuam havendo explosões e incêndios. Ele retrucava : Vç vai me ajudar? Vç esta cego pela dor ñ enxerga + nada. Ou então é a raiva da desgraça. Vç vai me ajudar? Um a um todos se afastavam. Ele trabalhou quase sem descanso apenas c/ pequenos intervalos + ñ se afastava dali. 5 hs / 10 hs / 12 hs / 22 hs / 24 hs / 30 hs... Já exausto dizia a si mesmo q precisava saber se seu filho estava vivo ou morto. Até q ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho, ouviu: Pai ...estou aqui! Feliz, fazia + força para abrir um vão maior e perguntou: Vç está bem? - Estou + c/ sede, fome e muito medo. Tem + alguém c/ vç? - Sim, dos 36 da classe, 14 estão comigo; estamos presos em um vão entre 2 pilares. Estamos todos bem! Apenas se conseguia ouvir seus gritos d alegria.
- Pai, eu falei à eles: - Vçs podem ficar sossegados pois meu pai irá nos achar.
Eles ñ acreditavam, + eu dizia a toda hora... "Haja o q houver, meu pai, estará sempre a meu lado". Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco.
- Não! Deixe eles saírem primeiro... Eu sei q haja o q houver... vç estará me esperando!
================================================================

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.